IAG - Instituto Adriana Garófolo

● Cursos de nutrição clínica para profissionais que orientam indivíduos na prevenção de doenças e cuidam de pacientes com câncer
● Atendimento nutricional voltado para qualidade de vida, tratamento de doeças crônicas e oncologia

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 IAG - Ciência e Notícia

JUL / AGO / SET / 2010 | Número 5

Gengibre pode reduzir náusea em pacientes após a quimioterapia

Embora todos os protocolos de tratamento com quimioterapia usem antieméticos, náuseas e vômitos continuam sendo relatados em mais de 70% dos pacientes que recebem quimioterapia. O gengibre (Zingiber Officinale)é uma planta tradicional na medicina chinesa e indiana, que entre as indicações de uso, inclui náuseas e vômitos. As propriedades aromáticas, carminativas espasmolíticas e absorventes do gengibre sugerem um efeito direto no trato gastrintestinal. Várias evidências têm sugerido que o gengibre tem efeitos importantes contra náusea e vômitos. Experimentos em animais demonstraram atividade antiemética deste contra a náusea induzida pela cisplatina e ciclofosfamida. Ensaios clínicos em voluntários humanos sugerem que o gengibre reduz a náusea induzida experimentalmente. Outros estudos não controlados e não randomizados têm sugerido este efeito para o gengibre. Um estudo randomizado, conduzido com pacientes da Universidade de Rochester-affiliated Community Clinical Oncology Program (CCOP), apresentado na ASCO (2009) - congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica – demonstrou que a suplementação com gengibre numa dose de 0.5g-1.0g/dia reduziu significantemente a nàusea durante o primeiro dia de quimioterapia. Apesar desses resultados, mais estudos são necessários para compreender melhor os mecanismos, estabelecer doses e identificar efeitos adversos indesejáveis.

ABR / MAI / JUN / 2010 | Número 4

Terapia Nutricional com EPA (ômega-3)

A presença de tumores malignos desencadeia uma resposta no organismo hospedeiro que leva à produção de mediadores inflamatórios, as citocinas. Entre as mais importantes estão o fator de necrese tumoral alfa e as interleucinas 1 e 6, responsáveis pela pelo estímulo pró-inflamatório, com maior produção, principalmente, de alguns eicosanóides como as prostaglandinas E2, leucotrienos B4 e tromboxanos A2. Essas alterações são responsáveis pelo perfil metabólico encontrado nesses pacientes, que leva à síndrome da caquexia-anorexia. Esta síndrome é caracterizada pela redução do apetite, aumento da taxa metabólica basal, intolerância no metabolismo energético e catabolismo protéico, caracterizando o emagrecimento e a perda de tecido muscular nesses pacientes.

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JAN / FEV /MAR / 2010 | Número 3

Conhecimento Científico - A Prática do Aleitamento Materno: Proteção contra o Câncer Infantil
A prática do aleitamento materno pode oferecer proteção contra o desenvolvimento de várias doenças na infância, entre elas, o câncer. Desde a década de 80 alguns autores observam que a prática do aleitamento pode reduzir o risco de câncer. A maioria das evidências aponta para um benefício para as leucemias e linfomas, especialmente com a prática por período igual ou superior a seis meses.

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OUT /NOV / DEZ / 2009 | Número 2

Nutrição enteral em pacientes durante o transplante de células tronco-hematopoiéticas (TCTH)
O TCTH ou transplante de medula óssea (TMO), é uma terapia reconhecida para uma variedade de doenças hematológicas, anormalidades genéticas e neoplasias. O procedimento é utilizado para restaurar a função da medula em pacientes que recebem quimioterapia e irradiação intensas, por meio da infusão de células progenitoras ou células tronco (“stem cells”), com capacidade de multiplicação e diferenciação em todos os tipos de células sanguíneas maduras: eritrócitos, leucócitos e plaquetas.
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